PERGUNTAS FREQUENTES

1. ENCONTREI UM ANIMAL, O QUE FAZER?

Se você encontrou um animal abandonado, dê a ele os cuidados necessários: alimentá-lo, medicá-lo, castrá-lo e se não puder adotar encaminhá-lo para adoção responsável.

2. POR QUE HÁ UMA SUPERPOPULAÇÃO DE CÃES E GATOS?

Cabe ao serviço público intervir nessas situações, porém, as técnicas até o momento adotadas não se tem mostrado efetivas. As ações primárias de controle de populações animais estiveram, até o momento, pautadas na captura e morte dos animais, sem alcançar, porém, nenhum resultado minimamente satisfatório.

As razões para isso se encontram no fato de que esse sistema de captura e morte remove apenas a população de animais abandonados, das ruas, que representa uma pequena fração do total. Além disso, animais errantes têm vida muito curta, estando sujeitos à má alimentação, às doenças e aos atropelamentos, não sendo eles, portanto, os responsáveis pelo aumento na população (Lima Junior, 1998; Soto, 2003).

O aumento na população de cães e gatos deve ser atribuído à população de animais domiciliados que se encontram em condições reprodutivas propícias. Os animais que se encontram atualmente nas ruas provavelmente nasceram em residências, seja porque seus donos foram negligentes em cuidar para que não se reproduzissem, seja porque seus donos os colocaram propositalmente para se reproduzir, sem a certeza de que haveria lares suficientes para absorverem os filhotes.

Quando as pessoas permitem que seus animais se reproduzam, criam uma situação em que, invariavelmente, animais serão abandonados e talvez mortos pelo sistema de controle de zoonoses.

3. POR QUE OS ABRIGOS NÃO FUNCIONAM?

Muitas pessoas, ao se depararem com animais abandonados, logo pensam em enviá-los para um abrigo. Pensam que é a melhor solução para evitar o sofrimento do animal. No entanto, a maioria não tem conhecimento de como funciona um abrigo, ou nunca visitou um.

Abrigos mantêm os animais confinados como prisioneiros em canis muitas vezes sem o menor conforto, acontecem brigas, disputas por alimentação e espaço, estresse e, em alguns casos, até canibalismo. Sem falar que a simples existência de um abrigo estimula o abandono, pois muitas pessoas vão se sentir bem à vontade para abandonarem seus animais confiando na possibilidade de serem encaminhados para este “paraíso”.

Somos contra abrigos de animais. Abrigo nos lembra irresponsabilidade, abandono, exclusão, sofrimento e morte. Lutamos por um mundo melhor, sem violência e sem o sofrimento, como vamos compactuar com uma situação que não lembra em nada os nossos objetivos?

Uma de nossas metas é reduzir o abandono e o sofrimento de cães e gatos. E como poderemos trabalhar por ela defendendo a existência de um lugar que serve para estimular a irresponsabilidade e tirar o problema da frente das pessoas evitando que elas se envolvam diretamente com ele?

Quando estamos ajudando uma pessoa a se desfazer de um animal não mais desejado, estamos compactuando com a insensatez desta pessoa. Ninguém é obrigado a ter um animal de estimação. Mas, no momento que adquirir um, deve estar consciente de que deve cuidá-lo enquanto viver. Se ajudarmos o irresponsável a se desfazer do animal estamos protegendo-o e tirando o “problema” de sua frente, perpetuando a idéia de que animais de estimação são seres descartáveis e que podemos nos “livrar” deles a primeira dificuldade que surgir.

Quando ajudamos uma pessoa que está preocupada com um animal abandonado retirando o animal de sua frente e enviando para um abrigo, estamos protegendo a pessoa e não o animal. Esta pessoa vai dormir tranquila achando que fez sua boa ação do dia.

E o pobre do animal vai ser colocado em canil superlotado como se fosse um prisioneiro, com a diferença que não cometeu nenhum crime e não teve direito a se defender.

Se, ao contrário, estimularmos esta pessoa a se envolver com o problema, cuidando do animal e procurando um novo lar para ele, estaremos ajudando a pessoa e o animal. A pessoa, se envolvendo com o problema, aprenderá o que fazer quando outro animal necessitar de ajuda. Ser correto, não matar, é algo relativamente fácil, mas se propor a salvar uma vida doando seu tempo, espaço, trabalho e dinheiro próprio é bem difícil, mas traz satisfação que dinheiro nenhum compra. Que crime estes animais cometeram para viverem como prisioneiros ou para serem condenados à morte? Você acha justo animais abandonados serem levados para abrigos?

A partir do momento que um animal é colocado em um abrigo, ele passa a ter a vida como a de um prisioneiro: superlotação, brigas, disputa por espaço e comida, risco de doenças contagiosas, perdas da socialização e muito sofrimento. No caso de um canil eutanásico, o animal vai para o corredor da morte. Isto é, caso seja adotável, ele tem um prazo. Mas se não for adotado, é sacrificado. Nos casos dos animais feios, velhos ou doentes a morte é certa. Nem participam de programas de adoção.

Abrigo lembra abandono, irresponsabilidade, exclusão e morte.Seja sensível com a causa animal:
• Nunca abandone animais e não permita que outros o façam.
• Esterilize seu animalzinho, não contribua para a superpopulação de cães e gatos.
• Denuncie ao ver alguém abandonando animais.
• Forneça um lar temporário para um animal abandonado.

Fonte: Clube Amigos dos Animais

4. INVADIR UM DOMICÍLIO PARA SOCORRER ANIMAIS É LEGAL?

O direito que nos assiste quando expressamos o nosso inconformismo com o crime é o mesmo que se transforma em dever da autoridade pública em averiguá-lo pois o cidadão espera dos órgãos de governo a proteção necessária contra o crime e a violência. Muitas pessoas já sentiram tristeza e indignação quando ouviram o cão do vizinho uivando ou latindo, ou o miado do gato abandonado, expressando solidão, fome, angústia, dor e desespero pelas crueldades sofridas.

No último final de ano, um gato preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento no 15º andar do Edifício Paquita, em Higienópolis, região central da capital paulista, sem água e sem comida, chamou a atenção da mídia e ganhou destaque nos principais jornais e grandes portais de Internet. A foto do gato foi publicada, pela primeira vez, no início da tarde do dia 1° de janeiro, pelo estadao.com.br. Foram feitos pedidos de socorro ao Corpo de Bombeiros e à Polícia Militar, sem êxito.

O síndico do prédio, sabendo que os donos do gato abandonado viajaram para o Rio de Janeiro, sentiu-se na obrigação de invadir o asilo inviolável para prestar socorro ao animal. As pessoas que se preocupam com o bem-estar dos animais sentiram-se vitoriosas. A Constituição Brasileira declara, no seu artigo 5º, XI, que "a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial". Nada existe no nosso ordenamento jurídico que nos leve a entender que esta norma tenha por destino a prestação de socorro, exclusivamente, ao animal humano. Não tem fundamento e é arbitrária qualquer restrição ao texto constitucional pois o próprio artigo 225, §1º, inciso VII, afirma incumbir ao Poder Público a vedação das práticas que submetam os animais à crueldade.

"Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações" e que "para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade".

Deixar um animal sem água e sem comida, preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento, durante vários dias, é submetê-lo à crueldade, é condená-lo à morte, é crime. De que maneira poderá o Poder Público, em obediência à Constituição, proteger este animal ou vedar a submissão dele à crueldade ou à morte sem socorrê-lo? É dever do Poder Público, fazendo uso de uma das exceções constitucionais ao princípio da inviolabilidade do domicílio, prestar socorro imediato ao animal.

Devemos lembrar, ainda, que o Código Penal, em seu artigo 150, §3º, inciso II, afirma "não constituir crime a entrada ou permanência em casa alheia ou em suas dependências, a qualquer hora do dia ou da noite, quando algum crime está sendo ali praticado ou na iminência de o ser". Algumas providências acautelatórias devem ser tomadas para que não venha a ser configurada a violação de domicílio. Em companhia de duas testemunhas, abra a porta da casa com um chaveiro e, depois da prestação do socorro, feche-a. No próprio local, lavre um termo descrevendo as condições em que se encontrava o animal, assine e colha as demais assinaturas. Comunique o ocorrido na circunscrição policial e leve o animal para ser atendido e examinado numa clínica veterinária. "Manter-se inerte diante de um ato de maus-tratos é conduta moralmente censurável, que só faz crescer a audácia do malfeitor", conforme nos faz lembrar o brilhante Promotor de Justiça de São José dos Campos - São Paulo, Laerte Fernando Levai em sua obra "Direito dos Animais". 

Antonio Carlos Fernandes é advogado, economista e pós-graduando em psicopedagogia social. 

5. OS VOLUNTÁRIOS AMIGOS DOS ANIMAIS RECOLHEM ANIMAL?

A equipe dos Voluntários Amigos dos Amigos não recolhe e também não mantém abrigos para animais domésticos ou silvestres. Trabalhamos PELOS animais. Veja outras informações sobre a atuação da ONG acessando a página Quem Somos. Assim como nós, a maior parte das ONGs mais precisam de ajuda do que podem dar. Mal damos conta dos animais dos próprios voluntários, resgatados do abandono e de outras situações de vulnerabilidade. O site dispõe de uma galeria de adoções, onde os animais podem ser disponibilizados para adoção.

6. COMO EVITAR NOVOS ENVENENAMENTOS DE ANIMAIS?

Não é raro um animal doméstico, cão, gato, etc ingerir um produto que possa causar-lhes intoxicação. O ideal é sempre prevenir pois são inúmeros os produtos de uso doméstico que são tóxicos para seu pet. Entre os mais comuns estão: bebidas alcoólicas, amônia, água sanitária, chocolates, detergentes, fertilizante, lustra-móveis, medicamentos humanos, limpadores de forno, etc. Apesar de todos os cuidados que temos em casa, há ainda os perigos externos e os casos de envenenamento devido ao uso irresponsável de raticidas.

O chumbinho é um dos raticidas mais conhecidos e usados no Brasil, apesar de ilegal, a falta de esclarecimento à população e a falta de fiscalização faz com que seu uso seja feito em larga escala com vários propósitos, infelizmente também por pessoas que não gostam de cães e gatos e até em casos de suicídio o chumbinho é famoso. Outro veneno proibido, porém facilmente encontrado é o composto 1080 ou Monofluoracetato de sódio, não possui cheiro e nem sabor, é altamente solúvel em água e pode ser rapidamente absorvido pela pele. Em animais domésticos e no ser humano, o veneno age no sistema nervoso central, sistema respiratório e no coração. Em no máximo 30 minutos é absorvido pelo organismo e provoca convulsões, coma e morte. De forma geral, os sintomas mais comuns nas intoxicações por venenos em cães e gatos são:

• Quadros convulsivos;
• Apatia: o animal não responde a estímulos e há mudança brusca do comportamento normal;
• Salivação excessiva, misturada ou não com vômitos;
• Podem ocorrer fortes tremores musculares ou fraqueza, o animal pode não conseguir ficar de pé;
• Pode apresentar sangue na urina e ou diarreia.

Saber o que fazer pode fazer toda a diferença entre a vida e a morte de um animal. Envenenamentos são emergências e, nesses casos, o ideal é procurar imediatamente um médico veterinário, se possível leve junto o rótulo da substância ingerida. Apesar de existir várias fontes, na internet, que apresentam receitas caseiras e antídotos para o envenenamento, é importante citar que na maior parte dos casos, não existe antídoto específico, e o tratamento é feito com base nos sinais clínicos que o animal está apresentando.

É muito comum acreditar que fazer o bichinho vomitar o que ingeriu o fará melhorar. Isso não é verdade e pode ser muito perigoso - o vômito só ajuda em determinadas situações, em outras, piora o quadro, por exemplo, em envenenamentos por substâncias cáusticas que são extremamente irritantes às vias aéreas, boca e esôfago e causam queimaduras químicas, se esse tipo de substância for ingerida e depois vomitada causará queimaduras químicas em todo esôfago e boca do animal – Portanto induzir o vômito por meio de substâncias como água oxigenada ou água morna com sal pode piorar o quadro de intoxicação quando não se sabe a causa do envenenamento. O uso do leite também é vetado, pois além de não ser recomendado para cães e gatos, apresenta um pH neutro, bem mais alto que o do estômago, o que faz com que o leite atue como neutralizante apenas se o veneno tiver caráter ácido, caso contrário, se o veneno for de caráter básico, o leite pode potencializar a ação da substância tóxica fazendo com que ela seja absorvida mais rapidamente ainda.

Para retardar a ação da substância tóxica e ganhar tempo para levar o animal ao veterinário é recomendado o uso do carvão ativado em cápsulas – facilmente encontrado em farmácias - ele age como uma substância adsorvente, ao ser ingerido ele liga-se ao veneno no estômago e impede a sua absorção e ação. Deve-se dar o carvão logo até 30 minutos após o envenenamento, pois com o tempo a substância vai sendo absorvida para a corrente sanguínea e aí o carvão já não faz mais o efeito desejado. Outra forma de retardar o efeito do veneno é o uso de uma colher de mel, que funcionará como protetor gástrico. Deve-se lembrar que tanto o mel quanto a cápsula de carvão devem ser ministrados com o animal totalmente consciente, para que não haja o risco de afogamento ou falsa via

Caso ocorra um envenenamento doloso com o seu pet ou algum animal próximo,peça um laudo ao médico veterinário, registre um Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia, DENUNCIE, pois, além de ser crime de maus-tratos contra os animais, a comercialização clandestina de raticidas é crime com penalidades previstas em lei. Lembre-se que envenenamentos são casos de emergência e o tempo é crucial nesses momentos, quanto mais cedo o animal for socorrido maiores serão as chances de sobrevivência.

Fonte: https://www.greenme.com.br/morar/gato-e-cachorro/393-saiba-como-proceder-em-caso-de-envenenamento-de-caes-e-gatos

7. O CÃO OU GATO FUGIU/DESAPARECEU. O QUE FAZER?

• Comunique o desaparecimento/fuga aos vizinhos;
• Informe o desaparecimento/fuga às clínicas veterinárias e petshops da região;
• O mais rapidamente possível produza um cartaz com foto do animal, que possa ser afixado nestes estabelecimentos comerciais e em pontos de grande circulação de pessoas na região. O cartaz deve informar o dia (e hora, se possível) do desaparecimento ou em que foi visto pela última vez, local onde o animal foi visto pela última vez, indicações que permitam a identificação do animal (características físicas, cor de coleira e guia, etc.) e os dados de contato do tutor;
• Utilize a internet para divulgar informações sobre o desaparecimento. Use mensagens por e-mail e as redes sociais para que seus contatos tomem conhecimento, principalmente os que moram na região do desaparecimento;
• Avise as organizações de defesa animal locais, solicitando que repassem a informação;
• Anuncie o desaparecimento em sites com seção destinada a isto.

Um dos motivos mais comuns para fugas são os fogos de artifício, os raios e os trovões. Os animais ficam em geral apavorados. Procure certificar-se de estar perto dele ou de que alguém que ele goste e confie esteja junto dele nesses momentos de estresse. Ele não entenderá que "é só um rojão"... para ele, é guerra, é perigo e ele pode tentar fugir, aterrorizado.No caso dos fogos de artifício, prepare o animal para enfrentar períodos em que a queima é mais frequente, como Natal, Ano Novo, Copa do Mundo, festas de São João:

• Procure orientação especializada para obter prescrição de calmantes fitoterápicos e florais;
• Se necessário, nestas ocasiões confine o animal em um cômodo seguro da casa; não prenda cães a correntes, eles podem se enforcar por conta do pânico; se tiver mais de um cão, evite deixá-los juntos.
• Na hora das explosões, agitados por conta do barulho, eles podem brigar entre si. Outra causa bem comum para fugas é o instinto de reprodução.

8. ANIMAIS DEIXADOS COM FREQUÊNCIA SEM ÁGUA, COMIDA E ACORRENTADOS A MAIOR PARTE DO TEMPO, OU O TEMPO TODO, É CONSIDERADO MAUS-TRATOS?

Neste caso, é evidente que existe maus- tratos. Todo animal deve ter água à vontade, e alimentação adequada. Se não está sendo alimentado e/ ou não tem água a disposição está caracterizado maus-tratos.
Quando o animal ficar acorrentado, este assunto é mais complicado.

Se o animal estiver preso com uma corrente curta, e que não consiga se mexer direito, está caracterizado os maus-tratos. Agora, se a corrente é longa e o animal consegue se movimentar tranquilamente é mais difícil de caracterizar a crueldade. Obviamente nenhum animal pode ficar preso o tempo inteiro, mas temos dificuldade em provar que ele está preso o tempo todo (a não ser que ele tenha marcas no pescoço!). Por isso, se você for denunciar algum animal que fica preso o tempo inteiro, aconselho que recolha provas de tal fato. Fotos e filmagens em horários diferentes podem ajudar. Testemunhas também ajudam muito. E diante de qualquer situação destas, denuncie!!!!!!

Fonte: http://luisamell.com.br/o-que-e-e-o-que-nao-e-considerado-maus-tratos-em-que-circunstancias-devemos-acionar-a-policia

9. ANIMAIS INFESTADOS COM CARRAPATOS, BERNES, SARNA.... TAL CONDIÇÃO, SE NÃO TRATADA POR UM VETERINÁRIO, É CONSIDERADO MAUS-TRATOS?

Qualquer outra doença também deve ser tratada pelo proprietário. Como viram está previsto em lei que o proprietário deve prestar assistência médico-veterinária ao seu animal. Por isso se o animal está evidentemente doente e o proprietário não der o atendimento que ele necessita, está caracterizado maus tratos. E diante de qualquer situação destas, denuncie!!!!!!

Fonte: http://luisamell.com.br/o-que-e-e-o-que-nao-e-considerado-maus-tratos-em-que-circunstancias-devemos-acionar-a-policia

10. ANIMAIS MUITO MAGROS OU FAMINTOS É CONSIDERADO MAUS-TRATOS?

Qualquer outra doença também deve ser tratada pelo proprietário. Como viram está Este parece óbvio, mas muitas vezes não é! Muitos proprietários alegam que os cães comem, mas por doença estão magros. Realmente algumas doenças deixam o animal realmente magérrimos. Cachorras quando estão amamentando, muitas vezes ficam magras, mesmo se bem alimentadas. Por isso, peço que você se informe sobre a situação. Se o cachorro estiver magérrimo, e o proprietário alegar que o animal está com alguma doença, peça para ver o laudo do veterinário e os medicamentos que estão sendo administrados. Pois se ele está doente e não está sendo tratado é crime tb. Se for comprovado que o animal está magro por falta de alimentação está caracterizado maus tratos. E diante de qualquer situação destas, denuncie!!!!!!

Fonte: http://luisamell.com.br/o-que-e-e-o-que-nao-e-considerado-maus-tratos-em-que-circunstancias-devemos-acionar-a-policia

11. ANIMAIS QUE APANHAM OU SOFREM ABUSO SEXUAL PELO DONO É CONSIDERADO MAUS-TRATOS?

Neste caso, também parece evidente. Mas se o animal não tiver sequelas das agressões, pode ser mais complicado provar. Por isso aconselho sempre a filmarem, a obterem o maior número de provas que conseguirem. Testemunhas também ajudam muito. No caso de agressões sexuais, um veterinário deve ser consultado para fazer um laudo. Se for comprovado, você deve pedir que este animal seja retirado imediatamente do tutor! Nos casos de agressões, o médico veterinário também deve ser consultado para fazer um laudo que ajudará no processo. Se for confirmada as agressões, exija que o animal seja retirado imediatamente. E diante de qualquer situação destas, denuncie!!!!!!

Fonte: http://luisamell.com.br/o-que-e-e-o-que-nao-e-considerado-maus-tratos-em-que-circunstancias-devemos-acionar-a-policia

12.ANIMAIS MANTIDOS EM GAIOLAS, OU ESPAÇOS MINÚSCULOS ONDE MAL PODEM SE MOVIMENTAR, DEIXADOS DO LADO DE FORA, SEM ABRIGO EM CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS EXTREMAS (MUITO CALOR, MUITO FRIO E CHUVA) É CONSIDERADO MAUS TRATOS?

Quando um animal está em uma gaiola, ou qualquer local que não consiga se movimentar, é claro que há maus-tratos. Se o cachorro só fica no quintal ele precisa ter um local para se abrigar, tanto do sol quanto da chuva. Se ele tiver, por mais que nos pareça injusto não podemos acionar a polícia. E diante de qualquer situação destas, denuncie!!!!!!

Fonte: http://luisamell.com.br/o-que-e-e-o-que-nao-e-considerado-maus-tratos-em-que-circunstancias-devemos-acionar-a-policia

13.COMO DENUNCIAR MAUS-TRATOS?

Quando um animal está em uma gaiola, ou qualquer local que não consiga se movimentar, é claro que há maus-tratos. Se o cachorro só fica no quintal ele precisa ter um local para se abrigar, tanto do sol quanto da chuva. Se ele tiver, por mais que nos pareça injusto não podemos acionar a polícia. E diante de qualquer situação destas, denuncie!!!!!!

1. Sempre denuncie os maus-tratos. Essa é a melhor maneira de combater os crimes contra animais. Quem presencia o ato é quem deve denunciar. Deve haver testemunha, fotos e tudo que puder comprovar o alegado. Não tenha medo. Denunciar é um ato de cidadania. Ameaça de envenenamentos, bem como envenenamentos de animais, também podem e devem ser denunciados.

2. Consiga a maior quantidade de informações que identifiquem o agressor: nome completo, profissão, endereço residencial ou do trabalho. Sem saber quem ele é nada se pode fazer. Em caso de atropelamento ou abandono, anote a placa do carro para identificação no Detran.

3. Chame a Polícia Militar/Ambiental: cabe a eles ir ao local do crime e registrar a ocorrência, pois são responsáveis pelo policiamento ostensivo.

4. Ou registre o fato na Delegacia de Polícia mais próxima, levando o máximo de informações e provas documentais (fotos/vídeos outras testemunhas). Será feito o Boletim de Ocorrência (B.O.) ou um Termo Circunstanciado (T.C.). Peça uma cópia.

5. Acompanhe o processo: guarde a cópia do B.O. ou T.C. com você. A autoridade policial enviará uma cópia destes documentos para o Juizado Especial Criminal para que o acusado seja processado. Se você não puder acompanhar o andamento do processo, peça ajuda a uma instituição de defesa animal, fornecendo-lhes cópia do B.O. ou do T.C.

6. Outra opção é você procurar a Promotoria de Justiça (Ministério Público) da sua cidade e protocolar uma representação, que nada mais é do que um relato formal dos fatos ao Promotor Público de Justiça que, ao tomar conhecimento dos fatos, poderá requisitar diretamente a investigação policial.

7. Saiba que, infelizmente, este tipo de crime é considerado de menor gravidade pela Justiça. Mas é muito importante processar o infrator, para que ele passe a ter maus antecedentes junto à Justiça. Com isso, ele poderá perder benefícios de ser julgado novamente pelo Juizado Especial.

8. A insistência do denunciante junto às autoridades, para que os fatos sejam apurados e os criminosos punidos, é essencial para que a denúncia tenha consequências.

Fonte: http://luisamell.com.br/o-que-e-e-o-que-nao-e-considerado-maus-tratos-em-que-circunstancias-devemos-acionar-a-policia

ATENÇÃO: em caso de envenenamentos, providencie laudo veterinário e os exames para anexar ao Boletim de Ocorrência (B.O.) ou um Termo Circunstanciado (T.C.): • exame de necropsia com indicação de maus tratos; • exame macroscópico do corpo; • exame toxicológico.

Podemos orientá-lo como proceder diante de uma situação de maus tratos ou outra situação urgente. Atendemos por meio dos contatos a seguir. De acordo a disponibilidade e dependendo da avaliação de cada caso, também podemos averiguar in loco a denúncia encaminhada, seja por situações de maus tratos ou outra urgente. Neste caso, é fundamental que o denunciante nos remeta as fotos, vídeos ou testemunhos, acompanhados do relato detalhado do ocorrido/situação.

CASTRAÇÃO É A SOLUÇÃO

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